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Competitividade da indústria brasileira de máquinas agrícolas é tema de seminário em Porto Alegre.

A importância de aumentar cada vez mais a competividade do setor de máquinas agrícolas no Brasil, especialmente diante de um cenário econômico desafiador, como o atual, foi tema de discussão entre os  participantes do 7º Simpósio da SAE Brasil. No evento, promovido ontem (2/9), na Fiergs (Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul), em Porto Alegre, estiveram presentes cerca de 200 profissionais da indústria, de entidades setorias e acadêmicos, dentre eles os executivos da CNH Industrial.

No painel “Perspectivas de Mercado: A visão do fabricante”, a empresa foi representada pelo diretor de Portfólio de Produtos para a América Latina, Rafael Miotto. Para ampliar a competitividade, o executivo defendeu a aproximação entre fabricantes e fornecedores, fortalecendo toda a cadeia. “Assim, podemos trabalhar em conjunto buscando soluções que tornem toda a estrutura do negócio mais sólida e preparada para os desafios do mercado, com planos de médio e longo prazo”, destacou.

“Hoje, o agricultor vive o desafio de produzir cada vez mais em menos tempo e no mesmo espaço. E ele tem conseguido, pois, ano a ano, as safras do Brasil têm batido recordes de produção”, disse Miotto. Nesse sentido, é de vital importância que as máquinas agrícolas tenham alta tecnologia embarcada, mas que sejam fáceis de operar. “Produzimos máquinas modernas e de operação simples, desenvolvidas para atender às necessidades e aos anseios do produtor brasileiro. Investimos em soluções que tornem o trabalho no campo cada vez mais simples, reduzindo gastos com combustível e perdas desnecessárias”, completa o diretor de Portfólio de Produtos da CNH Industrial.

 

A importância da capacidade e instrução dos operadores foi outro ponto destacado por Miotto no painel. “Um operador bem treinado, que sabe usar todos os recursos da máquina, trabalha com muito mais eficiência, reduzindo, ainda mais, o tempo das ações, gerando menos desperdícios, redução no gasto de combustível e, por consequência, aumento de produtividade e do lucro”.

 

No Brasil, o parque de máquinas é antigo e isso significa um desafio para a competitividade. Miotto afirma, no entanto, que essa questão é uma oportunidade para o setor crescer e se fortalecer cada vez mais no país. “A renovação da frota é necessária para continuarmos ampliando a nossa produção de alimentos. Por isso, continuamos com os nossos investimentos no Brasil, fabricando, localmente, equipamentos de última geração”, disse. “Mas, para renovarmos o nosso parque de máquinas, precisamos do apoio do governo para facilitar a oferta de crédito, com financiamentos adequados à realidade do produtor”, completa o diretor.

Encerrando a participação da CNH Industrial no evento, o gerente de Segurança do Produto e Homologação para América Latina, Alessandro Silva, compôs o painel “Introdução do Proconve Mar-I Para Máquinas Agrícolas – Tecnologias, Processos e Desafios”.

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