Kawasaki vence Brasileiro de Rally Baja com Ramon Sacilotti.

No último final de semana aconteceu a terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Rally Baja em Botucatu SP no tradicional Rally Cuesta que é apreciado pelos pilotos pelos seus estilos diferenciados de terrenos durante os 300km de percurso nos dois dias da prova.

E os pilotos Kawasaki Racing Brasil estiveram na disputa nas categorias masculino com Ramon Sacilotti e no feminino com sua irmã Moara Sacilotti. Ramon levou a melhor e segue líder do campeonato com uma boa vantagem sobre o segundo colocado, o piloto caminha rumo ao sexto título nacional na modalidade com a sua KX 450F 2016 (adaptada para o Rally). Já Moara finalizou com a 3ª colocação no geral, ela seguia para fazer um segundo lugar, mas a corrente da moto acabou estourando no meio do percurso o que levou a atleta a abandonar a prova, mesmo assim no geral garantiu mais um pódio para Kawasaki.

Ramon Sacilotti  – “Foram quase 300km de muita lama e frio em dois dias de prova. No sábado largamos com muita chuva e neblina, como eu era o primeiro a largar, não tinham rastros, o que dificultou bastante pra mim, por isso optei por manter um ritmo mais seguro para não cometer erros. Terminei em segundo lugar no dia. No domingo a chuva parou, com melhor visibilidade pude forçar mais o ritmo, o terreno estava bem revirado da passagem das motos e carros do dia anterior, e com muitas canaletas. Andei forte desde o começo até os últimos metros, conquistando a vitória no dia e também no acumulado do rally. Continuo invicto no Campeonato Brasileiro de Rally Baja, com uma liderança tranquila em relação ao segundo colocado, em busca do sexto título nacional.”

Moara Sacilotti  –  “O Cuesta é um Rally muito interessante de se pilotar porque tem grande variedade de terrenos. É um rally bastante desafiador. E pela primeira vez choveu durante a prova e por isso ficou ainda mais difícil. No sábado havia muita lama e atoleiros, atravessamos um rio que começava fundo e com correnteza. Andei com cautela mas muito bem porque não levei nenhum tombo e fiquei em 3º lugar. Já no domingo, os mesmos 153km de especial, estavam melhores para se pilotar apesar de lisos ainda. Eu estava fazendo uma prova certeira em busca da segunda colocação mas minha corrente estourou aproximadamente no quilometro 80 e foi o fim da minha prova. Ainda fiquei em 3º no acumulado dos dois dias!”

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