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Nascar Brasil – Abrasividade da pista será o desafio da Pirelli na sexta etapa da categoria.

A NASCAR Brasil disputa neste fim de semana a sexta etapa da temporada 2026 no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Londrina (PR). Com 3.146 metros de extensão, o circuito é reconhecido pelo alto grau técnico e pelo asfalto abrasivo, características que exigem precisão na pilotagem e um gerenciamento cuidadoso dos pneus ao longo de toda a prova.

A Pirelli leva para a etapa os pneus P Zero no composto TH4 para condições de pista seca e o Cinturato para chuva. Desenvolvidos exclusivamente para a NASCAR Brasil e produzidos no país, os compostos serão colocados a prova a partir de sexta-feira e terão a expectativa de pista seca durante o final de semana, com temperaturas amenas.

O traçado anti-horário conta com nove curvas — seis para a esquerda e três para a direita — e é classificado como de média velocidade. Apesar disso, o nível de exigência é alto, já que as forças longitudinais atuam de forma constante, especialmente nas zonas de aceleração e frenagem.

As sequências de curvas de baixa e média velocidade, combinadas com freadas em apoio, colocam uma carga significativa sobre os pneus, exigindo estabilidade na entrada de curva e tração eficiente nas saídas.

 

Camila Maluf – diretora Comercial de Motorsport da Pirelli Latam

O principal desafio encontrado pela Pirelli na pista de Londrina é a alta abrasividade do asfalto. O traçado anti-horário, com trechos em subida e descida é mais exigente com os compostos do lado de apoio do carro, o direito. A combinação dessas características torna essencial o gerenciamento correto dos pneus, para encontrar a janela térmica ideal e manter o bom desempenho durante toda a corrida.

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