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Stock Car – Ipiranga faz 1-2 com Thiago Camilo e Cesar Ramos nos treinos livres.

Thiago Camilo (1min20s675) e Cesar Ramos (1min20s762) foram os dois pilotos mais velozes do segundo treino livre, que fechou a sexta-feira de abertura da quinta etapa da temporada 2025 da Stock Car, no Circuito dos Cristais, em Curvelo (MG).

“A equipe trabalhou muito, e trabalhou bem, nesse novo carro, mas fora os problemas intermitentes que vários carros tiveram, a gente vinha sofrendo com falta de velocidade nas retas, e esse problema foi aparentemente resolvido nesta etapa. Aí o trabalho de acerto do carro sobressaiu”, disse Thiago Camilo, que em 23 de julho de 2017, da última vez que a Stock Car andou em Curvelo, subiu ao pódio em segundo lugar na corrida 2, que testemunhou a primeira vitória de Gabriel Casagrande na categoria.

Desde a última corrida da Stock Car, no Velocitta, dia 20 de julho, os carros da Ipiranga Racing, assim como a maior parte dos demais, rodaram bastante nos testes realizados no próprio Velocitta, na segunda-feira pós corrida, em quinta e sexta em Curvelo. Os Toyota número 21 e 30 de Camilo e Ramos deram aproximadamente 45 voltas cada nesses treinos que tiveram como objetivo obter um rendimento constante e melhorar a equalização dos carros. E evolução no funcionamento da válvula de controle de pressão do turbo e no mapeamento eletrônico do câmbio, os dois problemas principais, sofreram uma notável evolução. Para se ter uma ideia do que significam 45 voltas de treinos, em 2017, as duas corridas da etapa de Curvelo tiveram, somadas, 46 voltas.

A pequena vantagem que Thiago Camilo e Cesar Ramos, que já andaram em Curvelo, poderiam ter sobre os alguns rivais que só conheciam a pista pelo simulador, foi dissipada.

“Já ter andado aqui ajuda no sentido de caracterização da pista. A gente consegue identificar muito mais rapidamente quantas freadas, intensidade das freadas, curvas de alta, curvas de baixa, coisas que ficam muito mais assertivas, já que você tem um dado real, mesmo que seja do carro antigo, do que se você só tivesse andado no simulador. O desafio da etapa foi saber em decifrar as condições da pista, principalmente do asfalto, e entender, como isso poderia afetar no acerto do carro, além de adaptar as características do novo carro às características da pista”, diz Guiga Gonçalves, chefe da equipe Ipiranga Racing. “Toda a vantagem que pilotos e equipes poderiam ter por conhecer a pista foi praticamente anulada pelos treinos extras, todo mundo rodou bastante”, ponderou Camilo.

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