Lucros do PSA Group recuam no primeiro trimestre de 2019.

O Grupo Francês anunciou que o lucro do primeiro trimestre de 2019 recuou 1,1% face a igual período de 2018, um resultado explicado por números de vendas em queda fora da Europa e a saída do mercado iraniano.

Contas feitas, as vendas desceram dos 18,2 bilhões em 2018 para 17,98 bilhões. O diretor financeiro do PSA Group, Philippe de Rovira, referiu que a empresa continua focada no seu plano de desempenho a médio e longo prazo, ao mesmo tempo que desenvolve a integração da Opel no grupo, depois da aquisição em 2017.

As vendas da divisão automóvel caíram para 14,16 bilhões de euros, menos 1,8% que em igual período de 2018, efeitos, ainda, da aquisição da Opel. As taxas de juro não ajudaram e muito dos 3,6% de melhoria nas vendas graças ao aumento dos preços, desapareceu. Há, também, um novo mix de vendas no PSA Group.

O volume de vendas desde 16% face a igual período de 2018, para 886 400 unidades. Mas o número fica mais preocupante quando se retira da equação o abandonado mercado iraniano e as vendas recuaram 6%, com enorme contributo dos 30% de crescimento negativo na América Latina.

Apesar de todos estes reveses, o PSA Group continua a manter o objetivo de ter uma margem operacional de 4,5% entre 2019 e 2021. Na previsão para 2019, o grupo francês acredita que o mercado da América Latina irá encolher 2%, o mercado europeu ficará estagnado, a China voltará a recuar, agora 3%, com a Rússia vendo as vendas crescendo em 5%. Philippe de Rovira aproveitou a demonstração dos resultados do primeiro trimestre para dizer que a Opel vai acabar com o Adam e o Karl e também com o Cascada, na tentativa de cumprir com as novas regras de emissões em vigor já em 2020.

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