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Fórmula 1 – Pequena mudança em Spa para melhorar segurança, diz Jack Aitken.

Jack Aitken, que esteve envolvido num acidente brutal nas últimas 24h de Spa, recomenda algumas alterações no traçado belga, na zona de Raidillon. O piloto de reserva da Williams, competia pela Emil Frey na corrida de resistência de GT’s, quando logo no início da prova, perdeu controle do Lamborghini e embateu nas proteções do lado esquerdo na saída da referida seção, ficando imobilizado no meio da pista, com outro concorrente  batendo no seu carro.

“Obviamente, é um assunto um pouco sensível porque tivemos alguns acidentes bastante graves durante as últimas décadas, sempre foi um ponto perigoso”, disse Aitken ao Motorsport.com. “Pensei um pouco sobre isso. Na minha opinião, penso que fizeram um bom trabalho na maior parte naquilo que é inerentemente, uma curva muito rápida com uma saída cega. Do lado direito, no topo, tem muito espaço, não creio que haja grandes mudanças que precisem de ser feitas lá e vimos um par de carros durante o fim de semana no Spa 24 horas que perderam o controle para a direita, e isso é bom. Há espaço suficiente e o muro está suficientemente afastado da pista. O problema é com o tipo de colisão que tive quando se atinge a barreira da esquerda, a escapatória entre o meio da Eau Rouge, quando se sobe a colina, para aquela barreira da esquerda não é suficientemente grande. Não há tempo para abrandar. É também pelo tipo de acidente que tive, quando esta corrigindo a traseira, o carro ainda estava relativamente direito para mim. Mas eu sabia que não havia maneira de evitar a barreira ou de ter tempo para me afastar dela, porque a escapatória não é suficiente. Por isso, uma coisa que é preciso alterar, é ter uma maior escapatória”.

Na sondagem que realizamos, depois de se terem levantado questões de segurança nesta secção do traçado de Spa-Francorchamps, 51.3% das respostas defendiam que as novas medidas de segurança que estão sendo planejadas (colocação de caixa de brita) serão suficientes para melhorar a segurança e 44% defendiam que esta zona se deve manter como está. Apenas 4.7% estavam de acordo com mudanças mais profundas naquela zona do traçado.

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