Fórmula 1 – Max Verstappen diz que temporada 2016 será de aprendizado.

Em 2015 Max Verstappen estreou-se no Campeonato do Mundo de Fórmula 1… aos 17 anos. Um recorde de juventude num piloto que teve uma ascensão meteórica no desporto motorizado e que sempre foi bem sucedido, desde os tempos do karting. Na sua primeira temporada na modalidade, o holandês alcançou 49 pontos com a Toro Rosso, terminando o ano no 12º lugar do campeonato. A par disso teve três distinções FIA – rookie e personalidade do ano, e momento do ano.

Com a próxima época, segunda da carreira, a aproximar-se, Verstappen aponta este como mais um ano de aprendizagem. “Acho que é bom aprender e perceber um pouco mais durante mais uma temporada. Estou no bom caminho porque marquei pontos em seis oportunidades consecutivas, entre os Grandes Prémios de Singapura e Brasil. Acredito que isso é muito importante, porque há pilotos muito rápidos, mas com altos e baixos. Por isso acho que é bom mostrar a outras equipas a capacidade de ser rápido, bom em ultrapassagens e ao mesmo tempo consistente. “Acredito que preciso melhorar um pouco em todos os aspectos. Tentar e conseguir transformar aquilo em que estamos a 98% e transformá-lo em 100%.”

Recordando os seus primeiros passos na Fórmula 1, o piloto afirma: “No início ainda estava a aprender as pistas, o monolugar e como pilotá-lo. Era tudo novo para mim, apesar dos testes de inverno. Chegar a um fim de semana de corridas a conhecer tudo faz uma grande diferença.”

Numa retrospectiva sobre este seu 2015, Verstappen confessa que as críticas de que foi alvo mexeram consigo no início do ano, mas acabou por aprender a com elas lídar, como já tinha feito em anteriores escalões e modalidades ao longa da sua carreira. “Mesmo quando saí do karting para a F3 Europeia, há sempre a questão – ‘posso fazer isto?’. Mas é sempre importante acreditarmos em nós, e eu sou muito tranquilo. Disse para mim mesmo – ‘vamos ver o que acontece’. Fiz o mesmo no karting. Quando damos um passo de uma categoria para outra nunca sabemos o que vai acontece, ou o quão bons podemos ser. É bom pensar assim, foi o que eu fiz na Fórmula 1.”

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