Em evento da Petronas em São Paulo, Lewis Hamilton exalta sua força interior.

Aos 32 anos, o piloto demonstrou simpatia durante evento promovido pela Petronas, mas fica sério ao relembrar do começo da carreira. O pai dele chegou a ter três empregos para conseguir bancar o início do filho no kart, período que ajudou a moldar o estilo e o apreço de Hamilton para buscar o autoconhecimento como arma para o sucesso.

Vejam a seguir alguns trechos da coletiva de Hamilton nesta quarta-feira:

“A cada fim de ano eu acrescento novas coisas que quero alcançar. A maioria delas são fora do automobilismo. Mas eu não posso comentar com você. Mas aprender um novo idioma é um objetivo, aprender piano também, ver as sete maravilhas do mundo é algo que também quero fazer um dia. Quero ter mais impacto com as crianças, que são o futuro. “

“As pessoas sempre estão à procura de um exemplo para justificar. É interessante, porque na minha cabeça, quando eu publico uma foto do que estou fazendo, eu sinto como se estivesse compartilhando uma experiência. É como se o seu amigo tivesse saído de férias e te mandasse uma foto. Nunca eu pensei que as pessoas vissem isso e considerassem negativo. Isso é algo que me causa conflito todos os dias. Penso sobre o quanto eu mostro, ou quanto não mostro. Porque particularmente agora, as pessoas veem o que sou hoje, mas não onde estive, como foi meu começo, de onde eu venho. Eu continuo a ver o começo, continuo perto dele, mas talvez eu não mostre isso suficientemente.”

“Eu acho que é parte do crescimento. Eu tenho 32 anos, me entendo melhor, sei dos meus valores, sei o que estou fazendo. É um ganho de confiança, conhecimento e crescimento como ser humano.”

“Eu rezo bastante, passo muito tempo tentando entender minha energia, os sentimentos positivos e negativos. Sempre tento trabalhar internamente com a minha força, focar nas minhas fraquezas, tanto dentro como fora do carro. Eu não tenho uma teoria, um método específico, cada pessoa é diferente. Levou um tempo para eu me tornar o piloto que sou. Não é algo que você aprende rapidamente. “

“Quando criança eu era fã da seleção brasileira de futebol. É até maluco, porque via a Copa do Mundo, claro, torcendo para a Inglaterra, mas também para o Brasil. Eu acho que era hipnotizado pelos talentos individuais do time, pela forma como eles jogavam. É assim até hoje, quando você vê Neymar jogando. Por algumas razões pessoas de outros países não podem fazer isso.  Eu me identifico com o fato de as crianças jogaram nas ruas aqui, crescer com poucas condições e de alguma forma você tem os maiores talentos individuais que já atuaram no esporte. Eu admiro isso.”

A Veloxtv transmitiu ao vivo a coletiva de Hamilton através do facebook live:

 

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