Avaliação da Semana – Range Rover Evoque, um dos SUVs mais completos do mercado brasileiro.

Caros amigos da Veloxtv, é com um imenso prazer que apresentamos a nossa avaliação sobre um dos melhores SUV’s que estão no mercado brasileiro; andamos com a Range Rover Evoque Si4.

 

Em seu nicho de mercado a Evoque é um dos carros mais aceitos e procurados no Brasil, esse público é criterioso e cuidadoso na hora de adquirir um veículo desta envergadura.

 

Na parte externa vemos um estilo provocativo. A versão testada foi a Dynamic Tech, que conta com teto solar panorâmico, faróis de neblina de LED e rodas de 20 polegadas. Entre as novidades para a linha 2015, está os retrovisores menores e com repetidores de seta, que antes ficavam nos para-lamas.

 

É um carro luxuoso, essa  versão custa R$ 277 mil, não podemos esquecer que se trata de um modelo da Land Rover e com tração 4×4. Por isso, colocar o carro na terra pode parecer loucura, mas ele também é feito para isso.

 

No fora de estrada, o SUV pode se adaptar há vários terrenos. Tudo que é preciso é colocar o Terrain Response no terreno que vai percorrer. A tração trabalha de um jeito totalmente diferente do normal. De início você sente falta da potência, mas na verdade ele está priorizando o torque, para que as rodas não atolem. A vida na lama fica mais fácil com as câmeras espalhadas, no para-choque e espelhos.

 

Enquanto o carro está passando por estradas irregulares, a vida abordo é bem tranquila.  Com os bancos revestidos em couro, portas e o console tendo o mesmo seguimento, fazem esquecer que está fora da estrada. A cabine é silenciosa e confortável, mesmo passando em buracos. Claro que  você  sente o balançar do carro; porém não trazendo nenhum transtorno.

 

Luxo e Requinte na parte interna

 

O luxo e requinte são completados por um sistema de som Meridian com 17 alto-falantes e Subwoofer, central multimídia de 8 polegadas sensível ao toque com GPS integrado e sistema dual view. Este sistema é capaz de exibir duas coisas ao mesmo tempo sem precisar dividir a tela. Enquanto o passageiro está assistindo a TV digital ou um filme no DVD, no ângulo de visão do motorista ele pode ter o GPS ou sistema de som. Para dar ainda mais privacidade, o passageiro conta com um fone Bluetooth para ouvir o que está vendo e o motorista ouve suas músicas no som do carro.

 

Para o motorista, ele praticamente pode passar um bom tempo sem tirar a mão do volante. Isso porque o mesmo conta com simplesmente 21 botões, que vão desde as trocas de marchas, passando por comandos do telefone, computador de bordo e som.

 

Entre outros itens de série do Evoque, ainda há, bancos aquecido com regulagem elétrica e memória, ar condicionado digital dual zone, controle de cruzeiro adaptativo, start/stop, freio de mão eletrônico, assistente de rampa, paddle shifts, partida no botão entre outros itens.

 

Andando pela frenética capital paulista

 

O SUV está perceptivelmente mais esperto e econômico. A Evoque consume na cidade foi para 8,30 km/l.  Na estrada seu consumo foi de 11,4 km/l. O porta-malas de 575 litros também oferece um bom espaço para levar muita bagagem para as viagens mais longas.

 

O tamanho pode impressionar os mal acostumados, mas medindo cerca de 4,35 metros de comprimento e 1,96 de largura, ele não é maior que a maioria dos SUVs a venda no mercado.

 

Para facilitar a vida daqueles que não gostam de estacionar, o Evoque conta com Park Assist com três modos: Vagas de 90º, vagas normais e sair da vaga. No caso, testamos a vaga de 90º. De fato funciona, tivemos que procurar a vaga algumas vezes e praticamente fechar os olhos enquanto ele estaciona. Mas ele funciona perfeitamente.

 

O motor permanece o mesmo 2.0 turbo de 240 cavalos de potência e 34,7 kgfm de torque máximo. De acordo com a Land Rover, o Evoque chega aos 100 km/h em 7,6 segundos e atinge os 203 km/h.

 

Os mínimos detalhes

 

Atualmente o Evoque é o veículo mais cobiçado dentre os importados neste segmento e a cada dia que passa se transforma em um ícone de confiança, conforto e segurança.

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Embora a Range Rover — uma sub-marca de prestígio da Land Rover, marca hoje sob comando do grupo indiano Tata — fosse sinônimo de utilitário luxuoso desde os anos 70, foi só com o lançamento do Evoque em 2010 que passou a atrair atenções de um público mais jovem, que antes desprezava seus desenhos retilíneos e tradicionais. Não foi por menos: o modelo veio praticamente inalterado da fase de carro-conceito, quando se chamava Land Rover LRX, em 2007, para a de produção.

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Essa transição deu ao Evoque um desenho moderno, quase futurista, e com tão intensa identidade que logo passou a inspirar todos os novos modelos da Land Rover, do Range Rover ao Discovery Sport, passando pelo Range Rover Sport. Os destaques são os faróis e lanternas traseiras de perfil baixo e com elementos de leds bem elaborados, a linha de cintura extremamente alta e o perfil estreito das janelas laterais e traseira, que formam um atraente conjunto com as rodas de 20 polegadas da versão (as de 18 pol do carro básico chegam a parecer pequenas em função do volume de chapas da carroceria). Detalhe curioso é o limpador do vidro traseiro que repousa no topo, sob o defletor, para não ficar à mostra.

 

Ao destravar as portas à noite, nota-se no solo próximo das portas uma charmosa iluminação de cortesia com a silhueta do carro escura — parece que alguém da marca assistiu muito aos desenhos de Batman. Aberta a porta, a soleira iluminada traz o nome Range Rover em destaque e o banco do motorista fica mais baixo e recuado para facilitar o acesso, voltando à posição original ao se dar partida. O ambiente interno é sofisticado e usa materiais de alta qualidade, como os plásticos suaves. Tons chamativos, como o caramelo do carro avaliado, estão no catálogo de opções para o Brasil.

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Os bancos dianteiros do tipo concha, envolventes e com intenso apoio lateral, são confortáveis e bem definidos em forma e densidade de espuma, mas alguns podem se incomodar com o aperto lateral na região dos quadris. Há ajuste elétrico para todas as funções (incluindo a intensidade de apoio lombar, mas não sua altura) e duas memórias no do motorista. Posição de comandos e empunhadura do volante de quatro raios são corretas. Contudo, colunas dianteiras largas, vidro traseiro de perfil baixo e a altura da linha de base das janelas deixam a visibilidade bem aquém do desejado — vê-se mais o teto que a carroceria dos carros ao lado no trânsito.

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O quadro de instrumentos inclui um computador de bordo com duas medições, mas que informa consumo no padrão europeu (litros por 100 km) em vez do nosso (km/l). A iluminação dos mostradores, branca por padrão, torna-se vermelha ao ajustar o seletor de modos para Dynamic. Na seção central do painel, a tela sensível ao toque serve aos sistemas de áudio (de ótima qualidade), vídeo, telefone por Bluetooth, navegação e dados de economia, com histórico de consumo e nota para a direção eficiente.

 

Há alguns comandos de voz em espanhol (não português, nem o lusitano) e conexões USB, auxiliar e para aparelhos Apple. A tela Dual View, ou dupla visão, projeta diferentes imagens conforme o ângulo pelo qual é vista: assim, o passageiro da frente pode assistir a um vídeo enquanto o motorista vê o navegador, já que pela legislação uma imagem de entretenimento não pode ser exibida em movimento a quem dirige. A tela mostra também as imagens de cinco câmeras, em separado ou juntas, com ajuste de ângulo e posição e que atuam em qualquer velocidade — nada impede que mostrem a rodovia enquanto se viaja, embora tenham como intuito monitorar obstáculos no fora de estrada.

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Outro dispositivo conveniente é o controlador de distância até o tráfego à frente, que tanto pode operar em conjunto ao controlador de velocidade quanto servir apenas de alerta, como no caso de carro freando adiante. Pena não ter sido previsto o uso do controle de velocidade sem o de distância, às vezes preferível. O controlador também não tem função para-anda.

 

Desempenho

 

O Evoque de nove marchas revelou desempenho interessante, embora não expressivo, em nossa pista de testes, como ao acelerar de 0 a 100 km/h em 8 segundos. As trocas automáticas são processadas entre 6.200 e 6.400 rpm (a operação manual não melhorou os resultados) e a caixa permite bom estol, 2.400 rpm. Com pneus bem largos e a tração integral pronta a repartir o torque entre os eixos, não há o menor indício de patinação de pneus a ser gerenciada pelo controle de tração. As retomadas foram muito boas, ajudadas pela profusão de marchas, que permite manter o motor perto da rotação de maior potência.

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Não chegamos a colocar o Evoque em condições severas fora de estrada, mas rodar em estrada de terra esburacada apontou bom conforto no modo mais macio da suspensão, apesar do baixo perfil dos pneus. Embora o vão livre mínimo de 215 mm seja satisfatório, o ângulo de entrada é crítico nesta versão por causa do para-choque dianteiro específico.

 

Bem caros amigos internautas, essa é a nossa avaliação sobre este fantástico SUV, nos próximos dias estaremos falando sobre a segurança da Evoque; pois devido á um acidente nos últimos dias algumas informações ficaram no ar; informações estas que estaremos apresentado a todos e deixando claro o direcionamento da marca em busca de soluções tecnológicas em busca da segurança.

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